Nada de novo

50 ways



Mas nunca é demais, não é? E além de tudo estou cumprindo o item 50 da lista. Não que eu cumpra todo "share" que eu veja, mesmo porque se eu cumprisse eu já teria postado milhões de .pps's, mensagens de jesus, pedidos de ajuda, piadas tosquíssimas, piadas ótimas, pornografia pura, entre outras dessas maravilhas da internet, mas é que eu simpatizei com a lista e com a piada da imagem abaixo.





 

Esse ano está complicado, terceirão é mais chato que o esperado... Mais chato, mais difícil, mais estressante, mais triste, tudo isso muito além do esperado. Se tratando do meu desempenho e dos meus estudos, bem... Bem abaixo do esperado.

Mas mesmo assim o tempo está curto, mudei meu blog pra cá no torrencial início de segundo bimestre, meu pior e mais traumático bimestre desde o maternal, e o tempo estava mais curto ainda, o tempo gasto no computador checando meus feeds e atualizando meu antigo blog já era quase crime na amável casa dos Araújo, qualquer movimento perto do computador era motivo para um clássico “eu não te vejo estudando nunca!”.

Enfim, quando eu mudei pra cá o skin do meu blog ainda não mudava de jeito nenhum (e continua não mudando, incrível!), e eu na minha quase obsessão por deixar tudo do meu jeito, falei que só ia começar o blog mesmo quando eu conseguisse deixar ele com a skin escolhida. O tempo foi passando e hoje, dois meses depois, nada mudou. Mas eu ando precisando de um blog, então eu vou voltar a postar e vai ser neste blog.

Fui vencido mais uma vez pelo Tipos, mas agora eu me rendo, levanto a bandeira branca, pode ficar essa skin mesmo, pode continuar apagando os posts do nada mesmo, porque agora eu uso o word sempre (me rendi, mas também não quer dizer que eu vou entregar as bases conquistadas, não é?), pode me deslogar do nada, vai estar tudo bem.

Agora esse é o blog que eu vou escrever, deal with it.


 

Ultimamente eu tenho reservado um tempo para ver os filmes bons que eu nunca tinha tempo pra ver e para me dedicar um pouco mais aos seriados preferidos.
[...]
Nossa, nem eu acreditei no que eu escrevi, ok.
[...]
A verdade é que todo meu tempo está direcionado para seriados (preferidos ou não), filmes (bons ou não) e blogs, o que não é algo que eu me orgulhe de, na verdade me sinto bem envergonhado, tendo que prestar vestibular no fim do ano e protagonizando tardes inúteis, que cena lamentável.
Mas como eu vou entrar na onda do "Busque sempre coisas novas para fazer", movimento idealizado pela Brunis, semana que vem eu vou começar a estudar, entre outras novas coisas.
E vejam só, estou postando no blog, coisa que eu não fazia há tempos.

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Já tinha ouvido falar do filme The Dreamers e sempre fiquei curioso para ver (por ser do Bertolucci ajudou muito), achei um tempo e fui atrás de tentar assistir o dito-cujo essa semana. Eis que hoje pela manhã (em feriado 12:30 é manhã), eu começo a ver The Dreamers e, cara, como me surpreendi.

The Dreamers é um filme italiano-francês-britânico (no chique: "ítalo-franco-britânico"), o qual eu não me atrevo a designar um gênero, baseado no livro The Holy Innocents de Gilbert Adair, que também assina o roteiro da película.



O Filme é ambientado na Paris de 1968, agitada pelas manifestações estudantis de cunho socialista, onde a cultura é supervalorizada e muros são pichados com frases como "Défense d'interdire" (É proibido proibir).

Nesse contexto surge o americano estudante de intercâmbio, Matthew, amante do cinema clássico, que encontra os irmãos gêmeos Isabelle e Theo em uma das manifestações. Os três se conhecem e acabam descobrindo que compartilham a mesma paixão pelos clássicos. O americano é convidado para se hospedar na casa dos jovens franceses, já que seus pais irão viajar. É nesse período que o trio passa convivendo que o filme todo se desenrola.



Os irmãos de comportamente incomum conversam sobre política mundial, artes, filmes, fazem jogos psicológicos, tem um amor visceral um pelo outro, tem um mundo próprio, Matthew é atraído por esse mundo e os três começam a dividir experiências psicológicas retratadas com uma subjetividade que beira o mistério.

Mas por trás dessa cortina de jogos psicológicos e comportamentos sinuosos há a referência, que chega a ser um tributo, às artes, e em especial ao cinema. Destaque para a cena em que há a discussão sobre quem seria melhor Chaplin ou Keaton e a outra em que há a discussão sobre Hendrix e Clapton. O filme é todo permeado por referências do cinema e por cortes de cena dos próprios filmes.



Bertolucci abusa da relação peculiar dos gêmeos, do erotismo e do subjetivo sem pecar, conseguindo provocar sensações não explícitas que acabam deixando uma tensão durante toda a película. Tudo, desde os cenários até às cores, dos diálogos às atuações, consegue formar uma atmosfera subjetiva em torno daquele apartamento. Aí que a imagem ganha vida.



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Pra quem não sabe sobre os movimentos revolucionários de maio de 1968 em Paris, vale a pena correr atrás para saber, já que são considerados os mais importantes do século XX.
Para despertar a curiosidade seguem alguns slogans usados nas manifestações...

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Eu x Tipos - O Contra-ataque!

Tipos, toma esse ctrl c + ctrl v!
...

Há uma "sutil" diferença entre as manhãs em que eu tomo café e as que não...
Eu fico MUITO IRRITADO/IRRITÁVEL quando eu não tomo.

Primeira aula, professor de química diz:
- O que é preciso pra você fazer essa ligação?

Manhã com café, penso:
- Fazer o par eletrônico.

Manhã sem café, penso:
- A única reação química que vai acontecer nessa merda de sala é quando uma bomba atômica explodir a sua cabeça.

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Professor de física diz:
- O que é preciso para que o meu corpo se mova ?

Manhã com café, penso:
- Uma força agindo.

Manhã sem café, penso:
- Uma forca estrangulando.

2ª manhã consecutiva sem café, penso:
- Quanto à esse aí eu não sei, mas NENHUM movimento vai acontecer com o meu corpo gordo aqui a não ser que a escola esteja sendo demolida. Vou manter essa posicão inicial até o fim dos tempos!

3ª manhã consecutiva sem café:
- zzzzz...

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Professor de Geografia diz:
- Eu tenho uma garrafa com águas do Rio Jordão, um pedaço do muro de Berlim, uma planta da...

Manhã sem café, penso:
- Jura?! eu tenho o corpo de Judas enterrado no meu quintal.

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Professor de Geografia diz:
- Comparando os carros alemães e os carros japoneses, os alemães não duram nada.

Manhã sem café, penso:
- Quem dera a sua vida não durasse nada.

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Professor de Geografia diz:
- A gente vai ter aula até anoite depois vocês vão pagar cerveja pra mim na Gelobel.

Manhã sem café, penso:
- Só se a fórmula da cerveja incluir clorofórmio em concentração suficiente pra matar um cavalo.

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Professor de Biologia diz:
- Em que fase ocorre o Crossing-over?

Manhã com café, penso:
- Eu deveria saber isso? Meu deus! Onde tá na apostila?

Manhã sem café, penso:
- Inglês? Biologia? Odeio aula multidisciplinar.
zzzzzz...

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Professor de Matemática diz:
- A Raiz quadrada é radix quadratum que vem do latim e desde...

Manhã sem café, sem nem ouvir o resto da frase:
- zzzzzz...

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Professor de Filosofia:
- O ser é, o não ser não é.

Sem café:
- Incrível dedução, Pai da filosofia.

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Uma pessoa chega pra mim e dá um soco de cumprimento no meu braço:
- Daí Dudu, tudo certo?
- Só você não tentar arrancar meu braço quando vier me cumprimentar que vai ficar tudo certo, caso contrário terei que te matar.

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Eu: Véi, to com fome, num comi nada.
Joãozinho: Num tomo nem café?!
Eu: Não.
Joãozinho: Nossa você deve tá muito chato, Meu Deus! To indo, falou.

Café tá virando um vício e a falta de está sendo destrutiva.

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FILME+++++

-Um Verão pra toda Vida é um Desventuras em série para adultos.
Apesar de ter alguns clichês, eu gostei, é bem cuidado, como o aspecto amarelado suave da imagem, deixando claro que o filme é de algumas décadas atrás. O filme é baseado em um livro, December Boys, e sofre para mostrar a profundidade do drama pessoal dos personagens secundários, além das histórias paralelas, mas os 4 garotos são suficientes para emocionar. Eu gostaria de ler o livro, é visível que o filme cortou histórias importantes e deixou algumas pela metade, infelizmente.
Mas mesmo assim eu recomendo, além do mais, um draminha de vez em quando é bom.
É o máximo de crítica que eu posso fazer. Tô cansado, lamento.

-Assisti Onde os Fracos não tem vez, o filme é incrível. Destacaria Direção e Atuação, além de alguns outros detalhes, que vocês vão perceber quando ver o filme. Fica por aqui a crítica. Tô morrendo.

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O Tipos não contava com a minha astúcia! (ou da Marina, whatever).

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Aí já é demais!

Estava eu escrevendo um post gigantesco quando aperto o botão de deletar sem o marcador estar no texto e a página voltou!
Fui bem amador, mas eu tava com pressa, comecei a escrever e foi desenrolando. Que raiva! Enfim, perdi o post inteiro.
Eu e o tipos não estamos nos dando muito bem, ele tá me boicotando, mas não me renderei!

Vocês perderam um post sobre as minhas observações trágicas e cômicas sobre a Exposição Agropecuária de Londrina, um comentário sobre o filme "Awake - a vida por um triz", um comentário sobre a minha quinta vez vendo Peter Punk e uma narrativa da tragédia do dia.

Mas tem tempo ainda, um dia esse blog começa de vez.
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Me aguarde, Tipos.


 

Oops

Bem, não era esse problema.

E agora ?


 

1, 2, 3... Testando

1, 2, 3... Testando.

Nada mais normal pra iniciar um blog que um post idêntico ao título do mesmo pra ver se o problema da troca de layout é a falta de posts.


 
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